Discreto Cavalheiro
Nos anos 30 do século XX, em pleno consulado de Salazar, a morte inesperada do Professor Cartago, um latifundiário alentejano, arqueólogo amador com trabalhos de campo na cidade romana de Ammaia (Aramenha/Marvão), levanta dúvidas aos seus filhos. O Professor é uma figura próxima do regime vigente na época, lavrador rico, viúvo recente, pessoa discreta, de parcas palavras e gestos. A morte do Professor é tratada pelas autoridades como um acidente ocorrido na sequência de uma queda em Ammaia. Os filhos discordam e tentam esclarecer a situação. Recorrem aos serviços de um detetive privado, João Raposo, antigo polícia de investigação criminal, cujo trabalho está bem cotado entre as classes altas da sociedade. O detetive percorre vários locais de Lisboa, desloca-se a Castelo de Vide e às ruínas da cidade de Ammaia. Durante essa investigação João Raposo é vigiado por elementos da PVDE, a polícia secreta do Estado Novo. Enfrentando silêncios e ataques de gente ao serviço de um tal coronel Pereira, a conclusão a que o detetive chega é surpreendente. A morte do Professor Cartago nada tem a ver com o relatado pelas autoridades
| Editora | Âncora Editora |
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| Categorias | |
| Editora | Âncora Editora |
| Negar Chronopost e Cobrança | Não |
| Autores | António Garcia Barreto |
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A Mulher da Minha VidaEneias Trindade, um inspector conceituado, é escolhido para acompanhar a investigação sobre o avião que se despenha nas Azenhas do Mar. Uma missão que irá mudar para sempre a sua vida. O que parecia ser um acidente acaba, após testemunhos sobre a existência de um cadáver e um artigo do Repórter X sobre o despenhamento, por se tornar um complicado caso de polícia. Decidido a descobrir a verdade, Eneias Trindade vê-se envolvido em perigosos jogos de poder e perseguições políticas, é afastado da chefia da polícia e decide mudar de vida tornando-se detective privado. Mas não se afasta do mistério que envolve a queda do avião e da esperança de tentar reencontrar o grande amor da sua vida. Um mistério que envolve um cidadão inglês de duvidosa reputação. Descrições de época, retrato de uma Lisboa ainda popular à beira de se tornar uma cidade onde o medo se vai impondo, num enredo cativante e uma história sobre a esperança de reencontrar um grande amor. -
Um Sorriso para a eternidadeDesde criança, Tito Borges imagina como teria sido a vida do seu avô materno. Na casa de família onde cresceu, o nome do patriarca da família não era pronunciado, como se de uma maldição se tratasse. Quando atinge a idade adulta, decide investigar quem foi aquele homem, do qual só sabe ter um sorriso encantador, a que se não consegue resistir. Nesta reconstrução do passado, descobre que o avô fora um mestre na arte de burlar os outros, apresentando-se como vendedor de felicidade. Tito Borges entra então, sem se dar conta, num jogo envolvendo perseguições perigosas, revelações inesperadas e um busto misterioso. E as coisas tornam-se mais complexas quando se reconcilia com uma antiga namorada, Rute, que o havia trocado por um dos seus amigos de infância. -
Um Sorriso para a EternidadeDesde criança Tito Borges imagina como teria sido a vida do seu avô materno. Na casa de família onde cresceu, o nome do patriarca da família não era pronunciado, como se de uma maldição se tratasse. Quando atinge a idade adulta, decide investigar quem foi aquele homem, do qual só sabe ter um sorriso encantador, a que se não consegue resistir. Nesta reconstrução do passado, descobre que o avô fora um mestre na arte de burlar os outros, apresentando-se como vendedor de felicidade. Tito Borges entra então, sem se dar conta, num jogo envolvendo perseguições perigosas, revelações inesperadas e um busto misterioso. E as coisas tornam-se mais complexas quando se reconcilia com uma antiga namorada, Rute, que o havia trocado por um dos seus amigos de infância. Teria Rute voltado por amor? Ficarão, desta vez, juntos para sempre? Que tipo de pessoa foi, afinal, o misterioso avô? Um Sorriso para a Eternidade é a história de um homem em busca da felicidade, que tem a coragem de não deixar morrer uma memória. Mas até que ponto estamos preparados para encarar a verdade quando decidimos reconstruir um passado que desconhecemos?Ver por dentro: -
O Caso da Cobra com AsasO mistério deste livro começa com o desaparecimento de um cão que pertence ao circo, situado na localidade onde três amigos, Inês, Aurélio e Rodrigo, vivem. Cobra com Asas é o nome que dão à missão em que se envolvem para encontrar o cão desaparecido (o nome resulta de uma brincadeira e torna-se o código da missão). Inesperadamente, os três amigos vêem-se lançados numa investigação desconcertante. A investigação da brigada azul começa pelas instalações do circo e, mais tarde, na casa azul, onde recebem uma caixa de fósforos com pêlos do cão desaparecido acompanhada de um recado misterioso sobre o seu paradeiro. Claro que tudo seria mais difícil e arriscado se nesta investigação não participassem o Sherlock Tangas e os amigos Bia Flores e Tiago Bolacha.Ver por dentro: -
O Homem Buick AzulO regresso ao tom mais ligeiro (leia-se, ligeiramente mais policial, intrigante) do primeiro romance publicado pelo autor na Oficina do Livro: A Mulher da Minha Vida, livro bastante comentado e elogiado na blogosfera. Um bom retrato, agridoce, de Portugal no tempo de Salazar. A figura impagável do inspector Eneias Trindade merece, sem duvida, continuar no «activo», a par de outras personagens que se movimentam no mundo da Polícias e dos «bas-fonds» (vulgo, criminalidade). O regresso ao tom certo de um autor que... escreve em bom português e merecia chegar mais longe. -
A Mitra DesaparecidaFinalmente, férias! E o nosso grupo de amigos: o Rubens, a Renata e o Francisco, acompanhados dos seus inseparáveis animais: Black – um labrador retriever –, e Balelas – um papagaio verde –, estão radiantes! Férias são sinónimo de sol, diversão e muita adrenalina. Mas não só! Para os nossos amigos, estas férias serão também sinónimo de aventura, e das grandes! Uma viagem no tempo, diretamente para dentro dos Painéis de S. Vicente – o mais famoso e, quiçá, o mais enigmático dos quadros portugueses –, levá-los-á da Lisboa do século XXI à Lisboa do século XV, por entre príncipes, carros de bois e bobos da corte. Estes, e o mistério da mitra desaparecida, são alguns dos fantásticos ingredientes desta história… A história da Companhia do Espanto numa divertida viagem pela História! -
Conta Comigo, PaiE se de repente a tua vida desse uma cambalhota e nada fosse como dantes? É assim que se sente Tomás, o protagonista desta história. Tomás é um adolescente igual a tantos outros, que vive no seio de uma família como tantas outras. Vive uma vida tranquila, estuda e faz o que fazem os amigos da sua idade. Até ao dia em que um pequeno acontecimento destabiliza o seu dia a dia. Tomás apercebe-se de que a vida não é tão estável quanto pensa e que há obstáculos inesperados que os adultos têm de enfrentar diariamente. Decide então agir, mas rapidamente percebe que o caminho não é fácil. Ainda assim, não desiste. Pelo caminho, conhece Ângela e vivencia coisas que até então desconhecia, dando um salto de paraquedas para a maturidade. -
Querubim, o filho da Puta"Um amor que se alimenta de sexo, silêncios e mistérios: um thriller empolgante"João dos Passos conhece uma mulher jovem, elegante, que se aproxima dele numa esplanada em Annecy. Malvina Bleck diz ser hospedeira de bordo, o que uma omnipresente mala preta comprova. Quando o convida para viver com ela, em Londres, ele hesita, mas sente-se atraído por essa aventura. Malvina despede-se e deixa-lhe o seu contacto. Aventura ou cilada? João vai para Londres. Apartamento, sexo, vida livre, bons restaurantes, tudo isso Malvina lhe oferece. A troco de quê? De silêncios, segredos, mistérios. O que transporta Malvina naquela mala preta, quando viaja em serviço? O que esconde essa mulher que o seduz e que se deixa seduzir? Quem a persegue?João apenas sabe que, além de ser hospedeira, ela tem uma ligação a um marchand de arte, em Lisboa. Pinturas e esculturas que não cabem na mala preta. Este é um amor que se alimenta de sexo, silêncios e mistérios. -
O Regresso do Primo BasílioImaginem-se na pele de um livreiro que mediou a venda de um exemplar da 1.ª edição, de 1878, de O Primo Basílio, a célebre obra de Eça de Queiroz, por elevado valor. No processo de transporte da obra entre a casa do vendedor, o conde Wenceslau, e a morada do comprador, um bibliófilo conhecido do livreiro, a cargo de uma empresa de estafetas, a obra desapareceu. Não só a obra, como o estafeta, o capacete e a moto em que se fazia transportar. Desapareceu tudo, como que tragado por um grande buraco na floresta de prédios da cidade. Afonso Pardo, o livreiro, decidiu então contratar os serviços do detetive privado Eneias Trindade, no sentido de recuperar o livro. Ou arriscava-se a pagar o elevado valor reclamado pelo comprador, que, entretanto, liquidou a obra ao conde Wenceslau. Devem estar a pensar como conseguiu o detetive resolver a questão, Verdadeiramente, não a resolveu. Ou talvez sim. Pelo menos deu os passos necessários nesse sentido. O resultado até a ele surpreendeu. E a mim, também. Leiam o livro. Está lá tudo.
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O Essencial Sobre José Saramago«Aquilo que neste livro se entende como essencial em José Saramago corresponde à sua específica identidade como escritor, com a singularidade e com as propriedades que o diferenciam, nos seus fundamentos e manifestações. Mas isso não é tudo. No autor de Memorial do Convento afirma-se também uma condição de cidadão e de homem político, pensando o seu tempo e os fenómenos sociais e culturais que o conformam. Para o que aqui importa, isso é igualmente essencial em Saramago, até porque aquela condição de cidadão não é estranha às obras literárias com as quais ela interage, em termos muito expressivos.» in Contracapa -
Confissões de um Jovem EscritorUmberto Eco publicou seu primeiro romance, O Nome da Rosa, em 1980, quando tinha quase 50 anos. Nestas suas Confissões, escritas cerca de trinta anos depois da sua estreia na ficção, o brilhante intelectual italiano percorre a sua longa carreira como ensaísta dedicando especial atenção ao labor criativo que consagrou aos romances que o aclamaram. De forma simultaneamente divertida e séria, com o brilhantismo de sempre, Umberto Eco explora temas como a fronteira entre a ficção e a não-ficção, a ambiguidade que o escritor mantém para que seus leitores se sintam livres para seguir o seu próprio caminho interpre tativo, bem como a capacidade de gerar neles emoções. Composto por quatro conferências integradas no âmbito das palestras Richard Ellmann sobre Literatura Moderna que Eco proferiu na Universidade Emory, em Atlanta, nos Estados Unidos, Confissões de um jovem escritor é uma viagem irresistível aos mundos imaginários do autor e ao modo como os transformou em histórias inesquecíveis para todos os leitores. O “jovem escritor” revela-se, afinal, um grande mestre e aqui partilha a sua sabedoria sobre a arte da imaginação e o poder das palavras. -
Sobre as MulheresSobre as Mulheres é uma amostra substancial da escrita de Susan Sontag em torno da questão da mulher. Ao longo dos sete ensaios e entrevistas (e de uma troca pública de argumentos), são abordados relevantes temas, como os desafios e a humilhação que as mulheres enfrentam à medida que envelhecem, a relação entre a luta pela libertação das mulheres e a luta de classes, a beleza, o feminismo, o fascismo, o cinema. Ao fim de cinquenta anos – datam dos primeiros anos da década de 1970 –, estes textos não envelheceram nem perderam pertinência. E, no seu conjunto, revelam a curiosidade incansável, a precisão histórica, a solidez política e o repúdio por categorizações fáceis – em suma, a inimitável inteligência de Sontag em pleno exercício.«É um deleite observar a agilidade da mente seccionando através da flacidez do pensamento preguiçoso.» The Washington Post«Uma nova compilação de primeiros textos de Sontag sobre género, sexualidade e feminismo.» Kirkus Reviews -
Para Tão Curtos Amores, Tão Longa VidaNuma época e num país como o nosso, em que se regista um número muito elevado de divórcios, e em que muitos casais preferem «viver juntos» a casar-se, dando origem nas estatísticas a muitas crianças nascidas «fora do casamento», nesta época e neste país a pergunta mais próxima da realidade não é por que duram tão pouco tantos casamentos, mas antes: Por que é que há casamentos que duram até à morte dos cônjuges? Qual é o segredo? Há um segredo nisso? Este novo livro de Daniel Sampaio, que traz o título tão evocativo: Para Tão Curtos Amores, Tão Longa Vida, discute as relações afetivas breves e as prolongadas, a monogamia e a infidelidade, a importância da relação precoce com os pais e as vicissitudes do amor. Combinando dois estilos, o ficcional e o ensaístico, que domina na perfeição, o autor traz perante os nossos olhos, de modo muito transparente e sem preconceitos, tão abundantes nestas matérias, os problemas e dificuldades dos casais no mundo de hoje, as suas vitórias e derrotas na luta permanente para manterem viva a sua união.Um livro para todos nós porque (quase) todos nós, mais tarde ou mais cedo, passamos por isso. -
A Vida na SelvaHá quem nasça para o romance ou para a poesia e se torne conhecido pelo seu trabalho literário; e quem chegue a esse ponto depois de percorrer um longo caminho de vida, atravessando os escolhos e a complexidade de uma profissão, ou de uma passagem pela política, ou de um reconhecimento público que não está ligado à literatura. Foi o caso de Álvaro Laborinho Lúcio, que publicou o seu primeiro e inesperado romance (O Chamador) em 2014.Desde então, em leituras públicas, festivais, conferências e textos com destinos vários, tem feito uma viagem de que guarda memórias, opiniões, interesses, perguntas e respostas, perplexidades e reconhecimentos. Estes textos são o primeiro resumo de uma vida com a literatura – e o testemunho de um homem comprometido com as suas paixões e o diálogo com os outros. O resultado é comovente e tão inesperado como foi a publicação do primeiro romance. -
Almoço de DomingoUm romance, uma biografia, uma leitura de Portugal e das várias gerações portuguesas entre 1931 e 2021. Tudo olhado a partir de uma geografia e de uma família.Com este novo romance de José Luís Peixoto acompanhamos, entre 1931 e 2021, a biografia de um homem famoso que o leitor há de identificar — em paralelo com história do país durante esses anos. No Alentejo da raia, o contrabando é a resistência perante a pobreza, tal como é a metáfora das múltiplas e imprecisas fronteiras que rodeiam a existência e a literatura. Através dessa entrada, chega-se muito longe, sem nunca esquecer as origens. Num percurso de várias gerações, tocado pela Guerra Civil de Espanha, pelo 25 de abril, por figuras como Marcelo Caetano ou Mário Soares e Felipe González, este é também um romance sobre a idade, sobre a vida contra a morte, sobre o amor profundo e ancestral de uma família reunida, em torno do patriarca, no seu almoço de domingo.«O passado tem de provar constantemente que existiu. Aquilo que foi esquecido e o que não existiu ocupam o mesmo lugar. Há muita realidade a passear-se por aí, frágil, transportada apenas por uma única pessoa. Se esse indivíduo desaparecer, toda essa realidade desaparece sem apelo, não existe meio de recuperá-la, é como se não tivesse existido.» «Os motoristas estão à espera, o brado da multidão mistura-se com o rugido dos motores. Antes de entrarmos, o Mário Soares aproxima-se de mim, correu tudo tão bem, e abraça-me com um par estrondosas palmadas no centro das costas. A coluna de carros avança devagar pelas ruas da vila. Tenho a garganta apertada, não consigo falar. Como me orgulha que Campo Maior seja a capital da península durante este momento.»«Autobiografia é um romance que desafia o leitor ao diluir fronteiras entre o real e o ficcional, entre espaços e tempos, entre duas personagens de nome José, um jovem escritor e José Saramago. Este é o melhor romance de José Luís Peixoto.»José Riço Direitinho, Público «O principal risco de Autobiografia era esgotar-se no plano da mera homenagem engenhosa, mas Peixoto evitou essa armadilha, ao construir uma narrativa que se expande em várias direções, acumulando camadas de complexidade.»José Mário Silva, Expresso -
Electra Nº 23A Atenção, tema de que se ocupa o dossier central do número 23 da revista Electra, é um recurso escasso e precioso e por isso objecto de uma guerra de concorrência sem tréguas para conseguir a sua captura. Nunca houve uma tão grande proliferação de informação, de produtos de consumo, de bens culturais, de acontecimentos que reclamam a atenção. Ela é a mercadoria da qual depende o valor de todas as mercadorias, sejam materiais ou imateriais, reais ou simbólicas. A Atenção é, pois, uma questão fundamental do nosso tempo e é um tópico crucial para o compreendermos. Sobre ela destacam-se neste dossier artigos e entrevistas de Yves Citton, Enrico Campo, Mark Wigley, Georg Franck e Claire Bishop. Nesta edição, na secção “Primeira Pessoa”, são publicadas entrevistas à escritora, professora e crítica norte-americana Svetlana Alpers (por Afonso Dias Ramos), cujo trabalho pioneiro redefiniu o campo da história da arte nas últimas décadas, e a Philippe Descola (por António Guerreiro), figura central da Antropologia, que nos fala de temas que vão desde a produção de imagens e das tradições e dos estilos iconográficos à questão da oposição entre natureza e cultura. A secção “Furo” apresenta um conjunto de desenhos e cartas inéditos da pintora Maria Helena Vieira da Silva. Em 1928, tinha vinte anos. Havia saído de Portugal para estudar arte em Paris e, de França, foi a Itália numa viagem de estudo. Durante esse percurso desenhou num caderno esboços rápidos do que via, e ao mesmo tempo, escrevia cartas à mãe para lhe contar as suas impressões e descobertas. Uma selecção destes desenhos e destas cartas, que estabelecem entre si um diálogo íntimo e consonante, é agora revelada. Na Electra 23, é publicada, na secção “Figura”, um retrato do grande poeta grego Konstandinos Kavafis, feito pelo professor e tradutor Nikos Pratsinis, a partir de oito perguntas capitais; é comentada, pelo escritor Christian Salmon, na secção “Passagens”, uma reflexão sobre a história trágica da Europa Central do consagrado romancista e ensaísta checo, Milan Kundera. Ainda neste número, o ensaísta e jornalista Sergio Molino dá-nos um mapa pessoal da cidade de Saragoça, em que a história e a geografia, a literatura e a arte se encontram; o jornalista e colunista brasileiro Marcelo Leite trata das investigações em curso desde os anos 90, com vista ao uso farmacológico e terapêutico dos psicadélicos; a escritora e veterinária María Sanchez constrói um diário que é atravessado por procuras e encontros, casas e viagens, livros e animais, terras e mulheres, amor e amizade; o arquitecto, investigador e curador chileno Francisco Díaz aborda a relação entre solo e terreno, a partir do projecto da Cidade da Cultura de Santiago de Compostela, da autoria de Peter Eisenman; o artista e ensaísta João Sousa Cardoso escreve sobre a obra do escultor Rui Chafes, revisitando três exposições e um livro apresentados durante o ano de 2023; e o dramaturgo Miguel Castro Caldas comenta a palavra “Confortável”.Vários -
Diário SelvagemEste «Diário Selvagem», «até aqui quase integralmente inédito, é um livro mítico, listado e discutido em inúmeras cartas e cronologias do autor, a que só alguns biógrafos e estudiosos foram tendo acesso».