O Manual de Contabilidade para Juristas pretende proporcionar conhecimentos que lhes permitam interpretar a contabilidade das sociedades, a fim de tomarem as melhores decisões sobre diversas situações, como, por exemplo, analisar insolvências, falências, o equilíbrio económico-financeiro e a perspetiva fiscal de uma entidade.
Este Manual, pretende ser um auxiliar de todos aqueles que sentido necessidade de aprofundar os seus conhecimentos práticos da contabilidade em geral, explicando numa linguagem simples e direta os conceitos e as regras da contabilidade das empresas.
Para isso, parte-se de algumas noções básicas de contabilidade, do registo e da análise dos factos patrimoniais, bem como da equação fundamental da contabilidade.
Dar-se-á também ênfase à normalização contabilística, com relevância para a compreensão dos conceitos consignados no Sistema de Normalização Contabilística (SNC) e no Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas (SNC-AP), e ao relacionamento entre o sistema contabilístico e o sistema fiscal, principalmente no que respeita ao IVA e ao IRC.
Por outro lado, este Manual tenta de forma sucinta acrescentar algumas reflexões jurídicas sobre aspetos centrais e complementares de temáticas diretamente relacionadas com a utilização da contabilidade e suas consequências fiscais e penais, aflorando do mesmo modo, conceitos e conteúdos direta e indiretamente relacionadas e conexas.
Doutorado em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito da Universidade Complutense de Madrid e Mestre em Administração e Políticas Públicas pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa – ISCTE-IUL. Professor Associado da Faculdade de Direito da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias – ULHT e Professor Associado Convidado do Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas – ISCTE-IUL. Desempenha a função de Deputado à Assembleia da República.
Nuno Moita da Costa
Presidente de Câmara - Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova. Professor convidado do ISCAC - Instituto Superior de Ciências da Administração de Coimbra, desde 2015. Mestre em Gestão - Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
Liliana Pimentel
Professora Auxiliar Convidada da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Professora Adjunta no Departamento de Gestão e Economia da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Poli¬técnico de Leiria. Investigadora afiliada do CeBER – Centre for Business and Economics Research, da FEUC. Vice--Presidente da Câmara Municipal de Condeixa com os pelouros da Gestão Financeira, Educação e Formação Profissional, Cultura e Ação Social.
Professora, Formadora e Investigadora em Contabilidade Financeira e em Contabilidade e Gestão Pública.
"DO PREFÁCIO | EUROPA E LEGITIMIDADE DOS CIDADÃOS | GUILHERME DOLIVEIRA MARTINS «O Papel dos Parlamentos Nacionais na Construção da União Europeia» é uma obra com uma grande pertinência e uma evidente atualidade, tanto mais nítidas quanto é certo que estamos não apenas perante um tema que diz respeito à própria afirmação da democracia no velho continente, mas também diante da reflexão sobre a reforma necessária das instituições da democracia representativa. Com efeito, esta tese doutoral, defendida com sucesso pelo Doutor António Ribeiro Gameiro na Universidade Complutense de Madrid versa sobre temas fundamentais, de cujo desenvolvimento dependerá o futuro das instituições dos Estados de direito, mas também a abertura de novos horizontes de uma democracia supranacional, necessária quando o Estado se tornou pequeno de mais e grande em demasia para o desempenho de muitas das funções que lhe estão confiadas.» [ ]
«Como afirma o Doutor António Gameiro: «é através do princípio da subsidiariedade que os Parlamentos Nacionais veem o seu papel europeu reforçado. A este princípio está associado o mecanismo de alerta rápido (early warning system), estabelecido no Tratado Constitucional e no Tratado de Lisboa, que permite a qualquer Parlamento Nacional apresentar objeções a um novo projeto legislativo europeu, se se entender que não está em conformidade com esse princípio. Logo, os Parlamentos Nacionais podem intervir numa fase ainda precoce do processo legislativo, antes de o Parlamento Europeu e o Conselho de Ministros analisarem em pormenor a proposta legislativa. Desta feita, não se pode negar que o Tratado de Lisboa conseguiu superar o impasse constitucional em que mergulhou a União Europeia, após o resultado negativo do referendo em França e Holanda à sua ratificação, onde se estabelecia uma Constituição para a Europa».» [ ]
«Como afirma António Gameiro: «na construção da União Europeia do século XXI, o trabalho e o papel dos Parlamentos Nacionais será determinante, como exigência democrática no seio da União Europeia, mas ( ) exige hoje uma premente nova atitude das instituições europeias, nomeadamente do Conselho, no que concerne ao aprofundamento do diálogo político com os Parlamentos Nacionais». O tema é atualíssimo, uma vez que articula os diversos desafios da democracia contemporânea. É a democracia representativa que está na ordem do dia, devendo garantir que os cidadãos se sintam protagonistas e participantes ativos, e o sejam verdadeiramente, na defesa do bem comum e na salvaguarda do Direito e dos direitos. E relativamente à União Europeia e ao seu futuro isso torna-se indispensável, como questão de sobrevivência.» [ ]"
O controlo financeiro externo, expressão máxima do princípio do consentimento político parlamentar orçamental, tem vindo a ganhar uma importância crescente, face à teorização do controlo financeiro e às exigências sociais de controlo por parte dos cidadãos e de movimentos inorgânicos de cidadania.
O denominado accountability afirmou definitivamente uma exigência social de prestação de contas, em que o Tribunal de Contas ganha um especial papel na sua responsabilização independente e técnico-jurisdicional.
Ao mesmo tempo, às Instituições Superiores de Controlo, um pouco por todo o mundo, têm vindo a afirmar a sua função a favor da transparência, do combate à corrupção e à auditoria da sustentabilidade das políticas públicas de natureza geracional.
Este livro, aprofunda este caminho.
O controlo financeiro externo, expressão máxima do princípio do consentimento político parlamentar orçamental, tem vindo a ganhar uma importância crescente, face à teorização do controlo financeiro e às exigências sociais de controlo por parte dos cidadãos e de movimentos inorgânicos de cidadania.O denominado accountability afirmou definitivamente uma exigência social de prestação de contas, em que o Tribunal de Contas ganha um especial papel na sua responsabilização independente e técnico-jurisdicional.Ao mesmo tempo, às Instituições Superiores de Controlo, um pouco por todo o mundo, têm vindo a afirmar a sua função a favor da transparência, do combate à corrupção e à auditoria da sustentabilidade das políticas públicas de natureza geracional.Este livro, aprofunda este caminho.
Este livro procura ser um manual de introdução e aprofundamento dos conhecimentos sobre IRC, quer numa perspetiva teórica, quer, sobretudo, numa perspetiva prática.Cada matéria do imposto tem uma secção específica, onde o leitor encontra uma síntese, um desenvolvimento teórico e exercícios práticos, para que possa testar os seus conhecimentos.
Esta obra procura apresentar os principais instrumentos de cálculo financeiro necessários para abordar todo o tipo de problemas envolvendo o valor temporal do dinheiro, incluindo a análise comparativa de empréstimos, determinação do all-in cost de financiamentos, investimentos em ativos financeiros e reais, alternativas buy or lease e políticas de descontos financeiro, entre outras questões.