O Último Ultramarino: na saga da descolonização de Angola

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Em 2095,  ano em que se irão comemorar os 120 anos da independência,  assistir-se-á à inauguração, em Luanda, de um memorial de homenagem ao colono de Angola. Trata-se do desfecho natural de um processo de reabilitação da memória dos colonos e de reparação moral dos males que lhes foram  infligidos aquando da descolonização e da independência.
Desde a altura em que, como ultramarino, tivera de deixar aquele território e até à data da sua morte, em 2027, Bartolomeu Seabra  notara sempre por parte dos dirigentes angolanos alguns gestos de arrependimento – uns mais discretos do que outros – pela debandada que havia sido provocada.
O memorial  dá assim sentido vivo à evolução do fenómeno e à reconciliação com a História.
Se à colonização chamam colonialismo, então, até por uma simples aplicação de regras etimológicas, devia chamar-se descolonialismo à descolonização. A preferência por colonialismo é um artifício calculado para diabolizar politicamente a colonização. A realidade da descolonização de Angola, medonha como foi, merecia que lhe chamassem descolonialismo.

Detalhes
ISBN 9789725686966
Editora Ulisseia
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Xavier de Figueiredo
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