Textos de Imprensa II

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«Uma das secções mais volumosas da Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós é a que acolhe os textos de imprensa publicados pelo romancista ao longo da vida. Tal como acontecia com quase todos os escritores do seu tempo, também Eça deixou vasta colaboração espalhada por jornais e por revistas; era essa uma forma não apenas de marcar presença no espaço público — nele, o «homem de letras» tinha uma voz autorizada — mas também de receber proventos que completavam aqueles que, nem sempre de forma regular, vinham da atividade literária propriamente dita.A presente edição crítica retoma e procura completar o trabalho de recuperação de um acervo jornalístico aqui enquadrado pelos componentes que usualmente estruturam estas edições. Assim, além da extensa introdução preparada por Ana Teresa Peixinho, encontram-se neste volume três apêndices e notas biobibliográficas.»

Detalhes
ISBN 9789722727778
Editora Imprensa Nacional Casa da Moeda
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Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária. Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal O Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa. Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.


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