Jorge Augusto Maximino é escritor, professor universitário e investigador, com doutoramento em Estudos Portugueses pela Universidade de Paris–Sorbonne. Foi investigador e docente na Universidade de Pádua-Cátedra Manuel Alegre, entre 2017 e 2019. Investigador (Clepul e Ielt, UNL), na área da literatura, estética e teoria da cultura, tem orientado o seu trabalho para as problemáticas do tempo.
Assinou a programação e coordenação de projectos internacionais como Portugal e a Europa (Paris, 1994), numa parceria com o Centro Georges Pompidou, o Festival do Imaginário (1996-1999), com o Ministério da Cultura e a Fundação Calouste Gulbenkian, a Bienal Internacional do Douro, a Mostra de Arte Contemporânea do Côa. Ė fundador e director do Festival de Poesia de V.N. de Foz Côa e da Revista Lusografias, da qual foi editor (2005-2006), e o coordenador científico do Ciclo de Conferências internacionais A Europa dos Escritores, que se realiza na Biblioteca Eduardo Lourenço desde 2019.
É autor de um livro de contos e de vários livros de poesia. Foi responsável pela edição e organização de várias antologias de poesia, das quais se destacam uma publicação bilingue editada em Paris, em colaboração com Nuno Júdice e Pierre Rivas, duas para as Edições Limiar e uma antologia internacional de Poesia Concreta e Visual.
Nuno Júdice nasceu no Algarve, em 1949. Professor universitário, assumiu em 2009 a direcção da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian.
Publicou o primeiro livro em 1972 e é um dos mais Importantes nomes da poesia contemporânea. Recebeu os mais importantes prémios de literários nacionais e internacionais, entre os quais: Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus (1990), da Associação Portuguesa de Escritores (1995), Bordalo da Casa da Imprensa (1999), Cesário Verde e Ana Hatherly (2003) e Fernando Namora (2004) . Em 2013, foi distinguido com o XXII Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana (Espanha); em 2104, com o Prémio de Poesia Poetas del Mundo Latino Víctor Sandoval (México); em 2015, com o Prémio Argana de Poesia, da Maison de la Poésie de Marrocos e o Prémio Literário Fundação Inês de Castro – Tributo de Consagração; e, em 2016, com o El Ojo Crítico Iberoamericano de Radio Nacional de Espanha.