Dicionário Histórico de Sefarditas Portugueses: mercadores e gente de trato

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O papel histórico desempenhado pelas Comunidades Sefarditas de origem portuguesa no desenvolvimento da vida material, entre o século XV e o século XVIII, foi o objectivo principal da investigação científica que está na origem do Dicionário de Sefarditas Portugueses. Mercadores e Gente de Trato. Sobre este assunto encontra-se disponível, nos fundos das Bibliotecas, uma vastíssima bibliografia, alguma da qual, ainda que de relevante qualidade, permanece esquecida e de difícil consulta. Sempre que foi possível, esse conhecimento foi recuperado e usado a par da bibliografia mais recente. Na feitura deste Dicionário a fase de investigação arquivística durou quatro anos e a redacção dos verbetes e entradas ocupou a equipa de pesquisa durante igual período de tempo. Frequentemente, e por diversas razões, algumas entradas ganham a forma de estudos de caso, na medida em que são exemplos, e alguns mesmo paradigmáticos, no quadro que temos da época e da temática. Mas são também o resultado de um entrecruzar de fontes e de dados muito complexos com que se tecem as teias relacionais entre famílias e indivíduos, e entre estes e as comunidades, quase todos, praticamente, em diáspora. Este Dicionário afirma um saber temático. Um momento de síntese daquilo que, num determinado tempo, sobre ele se conhece. Dá conta de saberes, muitas vezes geracionais, integra a nova informação, e procura a sua validação científica na novidade que contém e no rigor metodológico do seu tratamento. Na múltipla vivência das famílias Sefarditas em diáspora, e concluída que está esta investigação, a extraordinária mundividência que alimentaram e de que se alimentaram precisa ser melhor compreendida.

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Editora Campo da Comunicação
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Autores A. A. Marques de Almeida, José Luandino Vieira
A. A. Marques de Almeida
José Luandino Vieira
JOSÉ LUANDINO VIEIRA nasceu na Lagoa do Furadouro (Portugal) em 1935 mas é cidadão angolano pela sua participação no movimento de libertação nacional e contribuição no nascimento da República Popular de Angola. Passou toda a infância e juventude em Luanda. Preso diversas vezes por motivos políticos, foi libertado em 1972, em regime de residência vigiada em Lisboa. Iniciou então a publicação da sua obra na grande maioria escrita nas diversas prisões por onde passou. Depois da independência de Angola exerceu vários cargos públicos. Após 1992, passou a dedicar-se exclusivamente à Literatura.
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