Livros Clandestinos e Contrafacções Em Portugal no século XVIII
Um leitor dos séculos XVI, XVII e XVIII manuseava, por vezes, sem ter consciência do facto, diferentes tipos de livros: os lícitos, que tinham obtido previamente as licenças necessárias para a sua publicação e para os quais, muitas vezes, os impressores tinham recebido privilégios, que lhes garantiam o monopólio da edição; as contrafacções, feitas ilegalmente a partir de uma edição autorizada, nas quais, frequentemente, se tentava reproduzir quase fotograficamente a obra a imprimir; os proibidos, cujos textos nunca mereceram as autorizações dos censores oficiais; e ainda outros, com textos que nunca foram, sequer, submetidos a aprovação. ( ) Se a História da Literatura não ficou indiferente às teorias da estética da recepção, a História do Livro, ( ), não poderá deixar de ter em linha de conta estes dois universos diferentes, mas complementares o do livro lícito e o do livro clandestino ( ) [Introdução]
| ISBN | 9789896892470 |
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| Editora | Colibri |
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