Moçambique: guerra e descolonização (1964-1975)
(…) Quando surge a revolução, em que um movimento das Forças Armadas diz basta e a população portuguesa aplaude dizendo já chega, é tarde para controlar as consequências catastróficas de uma descolonização não planeada que deu origem a um cessar-fogo descontrolado, a um abandono da população branca evitável e a duas guerras civis prolongadas e destruidoras, nos países que acabavam de se tornar independentes.
Mas é importante verificar o tempo e as condições que foi necessário estabelecer para, nas guerras civis de Moçambique e de Angola, se chegar aos acordos de paz. e até que os mesmos fossem finalmente assinados nunca nenhuma das partes abdicou de manter activos os seus vectores militares no terreno. (…)
| ISBN | 9789727806454 |
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| Editora | Âncora Editora |
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Manuel Amaro Bernardo, Coronel de Infantaria/Exército, na reforma.
Esteve oito anos em África (Angola e Moçambique), nas quatro comissões por imposição (escala) que cumpriu em 1961/73. No pós-25 de Abril, fez parte do Posto de Comando, na Amadora, na contenção do golpe de 25 de Novembro de 1975 e tem um curso complementar da UCP (1990/93).
É autor de Os Comandos no Eixo da Revolução; Crise Permanente do PREC; Portugal 1975/76 (com pseudónimo Manuel Branco), que esteve seis semanas no quadro dos best-sellers; Marcello e Spínola; A Ruptura; As Forças Armadas e a Imprensa na Queda do Estado Novo; Portugal 1973-1974/1994 (3.ª edição/2011); Equívocos e Realidades; Portugal 1974-1975 (2.º vol.)/1999; Combater em Moçambique; Guerra e Descolonização 1964-1975/2003; Memórias da Revolução; Portugal 1974-1975/2004; Guerra, Paz e Fuzilamentos dos Guerreiros; Guiné 1970-1980/2007. E em coautoria: Timor; Abandono e Tragédia. (1974-1975), com o Coronel Morais da Silva/2000; 25 de Novembro; Os “Comandos” e o Combate pela Liberdade com o Prof. Proença Garcia e o Sarg. Mor “Comando” Rui Fonseca/2005, e Grades de Papel; Caxias 1975 (…)/2013, com o Coronel Joaquim Vasconcelos.







