O Pêndulo, a Poesia, o Labirinto
Trata-se, por tanto, de uma revelação, de uma viagem iniciática… Revelação e viagem que nos remete para o episódio da Ilha dos Amores e da Máquina do Mundo, nos Lusíadas de Camões, mas agora numa escala intima e principalmente de revelação pessoal. Mário Máximo refere- se algumas vezes, neste livro, à sua máquina do tempo. Pois, ai a temos nós, sob a forma de metáfora do livro. A maquina do tempo é o próprio livro, contendo os sonhos passados, presentes e futuros, escritos na forma de poemas em prosa.
| ISBN | 9782022090955 |
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| Editora | Edições Fénix |
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Nasceu em 19 setembro de 1956, na cidade de Lisboa. A sua vida repartiu-se por Olival Basto (até aos sete anos), Lisboa (até aos trinta e cinco) e Odivelas, onde reside há mais de uma década. Desde bastante cedo ligado às questões da literatura e da criatividade literária, deram os jornais a conhecer muitos dos seus poemas, mas também o conto e a crónica. O guionismo para televisão tem sido outra das suas ocupações. Em 1986 publicou o primeiro livro: um livro de poemas. Desde então, sucederam-se mais cinco livros de poemas e um romance. Em 1999 o Instituto das Bibliotecas e do Livro atribuiu-lhe a Bolsa de Criação Literária, pelo projeto de poesia Oração Pagã.







