À Espera de Beckett ou quaquaquaqua
Fim dos anos cinquenta. No centro de Lisboa, uma trupe de comediantes famosos, do cinema e do teatro de revista, ensaia À Espera de Godot, na tentativa de levar a peça à cena pela primeira vez. Alguns actores tentam fazer passar os seus números mais bem-sucedidos. Uma entidade, porém, assombra os trabalhos, tentando determinar tudo o que se faz: o ponto.
Fim dos anos sessenta. No centro de Lisboa, uma trupe de comediantes famosos, do cinema e do teatro de revista, ensaia À Espera de Godot, na tentativa de levar a peça à cena pela segunda vez. Inesperadamente, Beckett está em Portugal. Animados com a possível vinda do autor para assistir ao ensaio, os atores trabalham ainda mais afincadamente, tentando ultrapassar desavenças e descontentamentos. Beckett virá?
Jorge Louraço Figueira nasceu na Nazaré, em 1973. Escreveu as peças "O Espantalho Teso" (publicada em "Dramaturgias Emergentes", vol. 1, col. "Cadernos Dramat"), "Mata-borrão", "Auto da Revisitação" (com Pedro Eiras), "Carinhos de Choque" e "Flash Motel". Participou, em 1999-2000, na "Oficina de Escrita Teatral do Dramat", no Porto e, em 2003, na "International Residency" do Royal Court Theatre, em Londres. Em 2004 recebeu a bolsa Criar Lusofonia, do Centro Nacional de Cultura, para a escrita de um texto original, "Círio dos Salvados".










