A obra seminal de Quentin Skinner, um dos fundadores da Escola de Cambridge, e um clássico da história intelectual, As Fundações do Pensamento Político Moderno, publicado em dois volumes, estuda a evolução do pensamento político desde o final do século xiii até ao século xvi, o período decisivo na transição da teoria política medieval para a moderna. Pensada ao mesmo tempo como uma introdução ao período para estudiosos e como justificação de uma abordagem particular à interpretação de textos históricos, esta obra traça as linhas gerais de todos os textos fundamentais do período, discutindo mais detidamente os principais textos políticos de Dante, Marsiglio, Bartolus, Maquiavel, Erasmo, More, Lutero, Calvino, Bodin e dos revolucionários calvinistas. Examina, ainda, um grande número de autores menores, a fim de espelhar o contexto social e intelectual em que os principais teóricos trabalharam. Desta forma, Quentin apresenta a história não como uma sucessão de «textos clássicos», mas como o desenvolvimento de ideologias em cujo contexto os textos se tornam mais inteligíveis. Acompanhamos, assim, o aparecimento do vocabulário do pensamento político moderno e, em particular, do conceito crucial de Estado.
O The Times Literary Supplement nomeou-o um dos 100 livros mais influentes dos últimos cinquenta anos.
Quentin Skinner é Regius Professor de História Moderna na Universidade de Cambridge e um dos fundadores da Escola de Pensamento Político de Cambridge. Recebeu variadíssimas distinções e administrou cursos nas principais universidades inglesas e mundiais. As suas obras introduziram novas metodologias historiográficas e os seus estudos sobre teoria do pensamento político tornaram-se clássicos incontornáveis.
A obra seminal de Quentin Skinner, um dos fundadores da Escola de Cambridge, e um clássico da história intelectual, As Fundações do Pensamento Político Moderno, publicado em dois volumes, estuda a evolução do pensamento político desde o final do século xiii até ao século xvi, o período decisivo na transição da teoria política medieval para a moderna. Pensada ao mesmo tempo como uma introdução ao período para estudiosos e como justificação de uma abordagem particular à interpretação de textos históricos, esta obra traça as linhas gerais de todos os textos fundamentais do período, discutindo mais detidamente os principais textos políticos de Dante, Marsiglio, Bartolus, Maquiavel, Erasmo, More, Lutero, Calvino, Bodin e dos revolucionários calvinistas. Examina, ainda, um grande número de autores menores, a fim de espelhar o contexto social e intelectual em que os principais teóricos trabalharam. Desta forma, Quentin apresenta a história não como uma sucessão de «textos clássicos», mas como o desenvolvimento de ideologias em cujo contexto os textos se tornam mais inteligíveis. Acompanhamos, assim, o aparecimento do vocabulário do pensamento político moderno e, em particular, do conceito crucial de Estado.
O The Times Literary Supplement nomeou-o um dos 100 livros mais influentes dos últimos cinquenta anos.
A obra seminal de Quentin Skinner, um dos fundadores da Escola de Cambridge, e um clássico da história intelectual, As Fundações do Pensamento Político Moderno, publicado em dois volumes, estuda a evolução do pensamento político desde o final do século xiii até ao século xvi, o período decisivo na transição da teoria política medieval para a moderna. Pensada ao mesmo tempo como uma introdução ao período para estudiosos e como justificação de uma abordagem particular à interpretação de textos históricos, esta obra traça as linhas gerais de todos os textos fundamentais do período, discutindo mais detidamente os principais textos políticos de Dante, Marsiglio, Bartolus, Maquiavel, Erasmo, More, Lutero, Calvino, Bodin e dos revolucionários calvinistas. Examina, ainda, um grande número de autores menores, a fim de espelhar o contexto social e intelectual em que os principais teóricos trabalharam. Desta forma, Quentin apresenta a história não como uma sucessão de «textos clássicos», mas como o desenvolvimento de ideologias em cujo contexto os textos se tornam mais inteligíveis. Acompanhamos, assim, o aparecimento do vocabulário do pensamento político moderno e, em particular, do conceito crucial de Estado.
O The Times Literary Supplement nomeou-o um dos 100 livros mais influentes dos últimos cinquenta anos.
A obra seminal de Quentin Skinner, um dos fundadores da Escola de Cambridge, e um clássico da história intelectual, «As Fundações do Pensamento Político Moderno», publicado em dois volumes, estuda a evolução do pensamento político desde o final do século XIII até ao século XVI, o período decisivo na transição da teoria política medieval para a moderna. Pensada ao mesmo tempo como uma introdução ao período para estudiosos e como justificação de uma abordagem particular à interpretação de textos históricos, esta obra traça as linhas gerais de todos os textos fundamentais do período, discutindo mais detidamente os principais textos políticos de Dante, Marsiglio, Bartolus, Maquiavel, Erasmo, More, Lutero, Calvino, Bodin e dos revolucionários calvinistas. Examina, ainda, um grande número de autores menores, a fim de espelhar o contexto social e intelectual em que os principais teóricos trabalharam. Desta forma, Quentin apresenta a história não como uma sucessão de «textos clássicos», mas como o desenvolvimento de ideologias em cujo contexto os textos se tornam mais inteligíveis. Acompanhamos, assim, o aparecimento do vocabulário do pensamento político moderno e, em particular, do conceito crucial de Estado.O The Times Literary Supplement nomeou-o um dos 100 livros mais influentes dos últimos cinquenta anos.
«O conhecimento das grandes tendências que marcaram a história dos média europeus e a história particular destes mesmos média em cada país europeu (sobretudo daqueles de que somos geográfica e culturalmente mais próximos) é absolutamente indispensável. Só assim poderemos compreender por que é que ainda hoje, quase seis séculos depois da ?descoberta? da prensa tipográfica, a paisagem imprensa europeia é tão contrastada, de uma região para outra do continente. E como é que, ao longo do século XX, a rádio e a televisão, as estruturas dos seus emissores como dos seus conteúdos, evoluíram também de maneira tão plurifacetada.»