Citações e Pensamentos de Eça de Queirós

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Eça de Queirós foi um dos maiores escritores portugueses e simultaneamente um dos maiores pensadores. Retratou como ninguém a sociedade e a psicologia dos portugueses, num estilo irónico e humorístico único, presente nos seus romances, crónicas e correspondência.
Mais radical nos seus primeiros escritos, mais conservador nos últimos, em todos grassa uma actualidade e uma acutilância que continua a surpreender passados mais de cem anos sobre a sua morte.
A visão e crítica de Eça de Queirós sobre os costumes em geral, e os portugueses em particular, continua surpreendentemente válida nos dias de hoje, provando que a evolução é pouco mais que um conjunto de progressos técnicos, e que as características do povo português, em todos os aspectos da sociedade, se mantêm praticamente iguais. Em 320 citações e 120 textos, complementados com excertos capitais dos seus principais romances, a sabedoria de Eça de Queirós encontra-se condensada neste livro para usufruto por si própria ou como incentivo a leituras mais aprofundadas da sua obra.

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Editora Casa das Letras
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Autores Eça de Queirós, Paulo Neves da Silva
Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária. Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal O Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa. Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.


Paulo Neves da Silva

Paulo Neves da Silva, além de ser licenciado em Matemáticas Aplicadas e de exercer a sua atividade profissional na área do desenvolvimento de software, é apaixonado pelas letras e pela leitura. Por esse motivo, iniciou, em 2000, a pesquisa e recolha sistemática de citações, excertos de textos e poemas, que classifica tematicamente e partilha de forma livre no site do qual foi o mentor, o Citador, em www.citador.pt, atualmente uma referência em Portugal. Expandindo o resultado das suas recolhas, a partir de 2005 iniciou a edição de vários livros, destacando-se pelas sucessivas reedições a coleção Citações e Pensamentos. O volume dedicado a José Saramago é o seu mais recente livro e o vigésimo que publica.

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