Morrer é Não Ter Nada nas Mãos
Morrer É não Ter nada nas Mãos é o terceiro livro de poesia de Nuno Costa Santos e traz em epígrafe versos tirados dos Poemas Quotidianos, de António Reis, que significam todo um programa: “Eu não voo/ando/ quero que me oiçam”. E o que se ouve é uma poesia que a um céu majestoso prefere o caminho dos dias e das pedras. Se morrer é não ter nada nas mãos, viver é ter uma caneta para escrever. Sobre o desordenamento urbano e a vontade da ilha. Sobre a ironia, a beleza, os deuses, o striptease, as carraspanas de juventude e uma guerra colonial tóxica e igualmente mortal. Sobre as mãos, os amigos, a mesa e a poesia, essa questão que a linguagem tem com a vida. Cada poema pede uma forma própria, como se cada assunto e cada tópico exigissem um modo próprio de se desenrolar.
| ISBN | 9789898828965 |
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| Editora | Companhia das Ilhas |
| Coleção | azulcobalto |
| Categorias |
Nuno Costa Santos é escritor e argumentista. Tem trabalhado em vários géneros. Autor de livros como "Céu Nublado com Boas Abertas" (romance), “Trabalhos e Paixões de Fernando Assis Pacheco” (biografia), "A Mais Absurda das Religiões" (crónica) e de peças de teatro como “Mundo Distante”, “I Don´t Belong Here” e “Em Mudanças”.
No audiovisual, fez parte da equipa de programas como “Zapping”, “Os Contemporâneos”, "Mal-Amanhados - Os Novos Corsários das Ilhas".
A personagem melancómico, que criou e protagoniza, teve diversas consagrações – do livro à rádio.
Assina colaborações em diferentes jornais e revistas e integra o painel do programa Novo Normal.
É dos fundadores da produtora Alga Viva, com sede nos Açores, dirige a revista literária Grotta e o Encontro Arquipélago de Escritores.











