Ricordo Di Venezia
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Ricordo di Venezia – Vidros de Murano da Casa Real Portuguesa, catálogo da exposição homónima patente no Palácio Nacional da Ajuda de 21 de julho a 29 de novembro, acompanha esta viagem ao passado histórico contada com arte por uma seleção de peças de vidro de Murano do século XIX pertencentes à coleção de vidros do Palácio Nacional da Ajuda, e quatro exemplares do Palácio Nacional de Sintra, adquiridas em grande parte pela Rainha D. Maria Pia de Saboia, sendo por si só reveladora da sua faceta de colecionadora bem como do seu refinado discernimento estético.
Esta edição, para além de uma obra que alarga o conhecimento histórico e científico desta coleção de inestimável valor patrimonial e artístico, é também uma referência na divulgação destes «verdadeiros tesouros de areia e fogo moldados na perfeição pelos engenhosos vidreiros venezianos» que são parte integrante do acervo nacional.
Esta edição, para além de uma obra que alarga o conhecimento histórico e científico desta coleção de inestimável valor patrimonial e artístico, é também uma referência na divulgação destes «verdadeiros tesouros de areia e fogo moldados na perfeição pelos engenhosos vidreiros venezianos» que são parte integrante do acervo nacional.
| Editora | Imprensa Nacional Casa da Moeda |
|---|---|
| Categorias | |
| Editora | Imprensa Nacional Casa da Moeda |
| Negar Chronopost e Cobrança | Não |
| Autores | AAVV |
AAVV
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A Poesia é uma Coisa Que Não é a Mesma Coisa Mas é IgualO CANCIONEIRO INFANTO-JUVENIL para a Língua Portuguesa, foi criado pelo Instituto Piaget em 1989, tendo de imediato sido anunciado como um projeto a decorrer ao longo de 30 ou mais anos. Poucos acreditaram, naquele momento, na longevidade desta obra. Porém, eis-nos chegados a 2019 e cumprida a aposta neste projeto de pendor poético tão próprio da Língua Portuguesa, há que evidenciar o que de mais significativo resultou da sua concretização. Tendo sido realizados 7 Concursos Poéticos, foram recolhidos, em território nacional, mais de 22 000 poemas da autoria de aproximadamente 14 000 participantes. Todos os Concursos terminaram com a realização de um Simpósio sobre poética ou de temática relacionada com a infância e o imaginário. Os poemas selecionados, pelos Júris dos referidos Concursos, encontram-se publicados em XVII Volumes e dão expressão aos pressupostos inicialmente anunciados nomeadamente:- A sensibilização sociocultural e educativa para o fenómeno da emergência de novos paradigmas- A relevância do paradigma poético ou razão imaginante perante efeitos inesperados decorrentes do domínio avassalador do tecnológico desumanizado- A reintrodução da dimensão poética da existência nas nossas estruturas socializadorasEm suma, podemos assinalar que a obra concretizada até ao momento confirma que a expressividade / produção poética, resultante da razão imaginante, evolui desde as fases iniciais da existência do ser humano, e que coloca em destaque o reforço da ligação cultural dos povos que utilizam e recriam a Língua Portuguesa.A presente publicação resulta da análise dos poemas do Grupo I (até aos 6 anos) publicados nos Volumes anteriores, com o objetivo de escolher aqueles em que se evidencia: - Uma racionalidade que desponta e a razão imaginante que se manifesta - (Sou um Corpo para Dois de Mim)- O verbo que se plasma no confronto e na comparação - (Um Livro é... Uma Árvores de Histórias) - O jeito de dizer de um pensamento que se expressa nas ligações que desabrocham - (A Casa do Sol é a Cor Azul)- Os jogos metafóricos que provocam deslumbramento e revelam a construção do poema- (Eu Moro na Minha Mãe)- Do que se disse e fez estamos perante mais uma realização inédita, pela qual se deve felicitar o Instituto Piaget. Constitui uma obra de verdadeira relevância no panorama cultural e literário português. Clarifica e põe em destaque o processo de desenvolvimento da criança e afirma o seu despontar poético desde os primeiros tempos da sua existência. -
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Laocoonte - Ou Sobre as Fronteiras da Pintura e PoesiaLaocoonte ou sobre as Fronteiras da Pintura e Poesia (1766), obra fundadora da estética moderna, moldou desde a sua publicação debates em torno da crítica e da teoria da percepção, influenciando áreas como a teoria da literatura e a história de arte. Estudo sobre o famoso grupo escultórico, provavelmente do século II a.C. - que retrata o suplício do sacerdote troiano e dos seus filhos, episódio narrado por Vergílio na Eneida -, Laocoonte foi um dos primeiros ensaios a abordar a natureza da poesia, como arte do tempo, e da pintura, como arte do espaço, traçando os seus limites, diferenças e domínios específicos, ao mesmo tempo que operou uma verdadeira libertação do ut pictura poesis horaciano.Laocoonte, numa prosa eloquente e de finíssima ironia, continua a suscitar vivas reflexões sobre o sentido da experiência artística. -
Desenhos de Mestres Europeus em Coleções Portuguesas II - Itália e PortugalOs tesouros escondidos e pouco apreciados dos desenhos antigos de mestres, em coleções públicas e privadas portuguesas, foram apresentados ao público europeu em 2000-2001 com a exposição Desenhos dos Mestres Europeus em Coleções Portuguesas, organizada pelo Centro Cultural de Belém (CCB), Lisboa, e realizada no Museu Fitzwilliam, Cambridge; no CCB; no Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto (com versão reduzida exposta no Prado, em Madrid, em 2002). Passadas duas décadas, é tempo de dar a conhecer a uma nova geração a vitalidade da tradição de colecionar desenhos de antigos mestres em Portugal, prática que remonta ao início do século XVI, e que hoje é ainda mais vibrante do que em muitos outros países europeus. (...) a seleção inclui aquisições recentes feitas pelo Museu da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, incluindo obras de Carlo Maratti e Giovanni Battista Merano, além de um terceiro desenho de Polidoro da Caravaggio. Não existe melhor testemunho da vitalidade da tradição de colecionar e do contínuo interesse pelos desenhos dos Antigos Mestres em Portugal. -
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