Paraíso Perdido
Uma das obras fundamentais da literatura universal numa nova edição com tradução de Daniel Jonas e ilustrações de Gustava Doré.
«Este é um poema electrificante sobre o Amor e a Guerra, a luta entre o Bem e o Mal, e uma obsessão com a ideia de Liberdade humana que tem tudo que ver com os nossos tempos.» Armando Iannucci
Publicado originalmente em 1667, o poema épico de John Milton relata a queda do Homem: a tentação de Eva e de Adão, bem como a consequente expulsão do Jardim do Éden.
Milton terá escrito o poema ao longo de toda a vida, tendo interrompido o seu trabalho devido à Guerra Civil inglesa, à morte prematura da sua segunda esposa e aos vários momentos de doença (incluindo a cegueira, em 1652).
Na realidade, o próprio Milton terá sido surpreendido pelo caminho que a sua escrita levou ao escrever este épico bíblico, uma vez que tinha em mente compor um épico mais tradicional em torno de reis e de cavaleiros.
Milton terá concluído o poema em 1663 e iniciado um longo processo de revisão – desde 1652 que trabalhava com a ajuda de amanuenses e amigos que liam a anotavam as suas indicações, correcções e revisões.
O texto, composto em verso branco, algo inusitado para um épico, tornou-se uma das obras mais influentes da cultura ocidental.
Esta edição bilingue junta a tradução de Daniel Jonas com as gravuras completas de Gustave Doré numa edição inédita em Portugal.
| ISBN | 9789898872982 |
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| Editora | E-Primatur |
| Categorias |
Daniel Jonas é poeta, dramaturgo e tradutor.
Enquanto poeta, publicou, entre outros, Sonótono (Cotovia, 2006), que lhe valeu o prémio PEN de Poesia e Nó (Assírio & Alvim, 2014), galardoado com o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da APE. Foi ainda um dos sete poetas nomeados para o Prémio Europeu da Liberdade, pelo seu livro Passageiro Frequente (Língua Morta, 2013), traduzido em polaco por Michal Lipszyc. Antes tinha sido distinguido com o prémio Europa David Mourão-Ferreira, da Universidade de Bari/Aldo Moro, pelo conjunto da sua obra. Foi o vencedor do Prémio de Poesia António Gedeão 2018 com a obra Oblívio (Assírio & Alvim, 2017).
Traduziu vários autores, entre os quais John Milton, Shakespeare, Waugh, Pirandello, Huysmans, Berryman, Dickens, Lowry, Henry James e William Wordsworth.
Como dramaturgo, publicou Nenhures (Cotovia, 2008) e escreveu Estocolmo, Reféns e o libreto Still Frank, todos encenados pela companhia Teatro Bruto.

















